Funções

Descrição curta

A ARQUA busca elaborar e sugerir políticas, inclusive de ação afirmativa, executar trabalhos e estabelecer estratégias, para proporcionar às comunidades rurais quilombolas uma maior autoestima e desenvolvimento sócio-econômico-educacional-cultural, prestar serviços permanentes e sem distinção de clientela, combater todo e quaisquer tipo de preconceito, segregação, estigmatização, as práticas de discriminação racial em todas suas manifestações, buscando construir uma sociedade da qual sejam eliminadas todas as formas de exploração e sejam respeitados os Direitos Humanos; a proteção ao meio ambiente, ao consumidor, ao patrimônio artístico, estético, histórico, cultural, à saúde, à territorialidade quilombola, à família, aos direitos da criança e do adolescente, da mulher, da maternidade, do idoso, à comunidade, especialmente, na defesa judicial da igualdade racial, incluindo a propositura de ações cíveis e criminais, ações coletivas e/ou públicas destinadas à proteção dos direitos dos remanescentes das comunidades dos quilombos, aos direitos difusos e coletivos da população negra e de quaisquer outros segmentos vitimados por discriminação injusta, realizar trabalhos de assistência social, beneficentes, educacionais, culturais, esportivos, recreativos e promover o desenvolvimento institucional, visando o bem estar da comunidade quilombola, bem como a preservação do meio ambiente.

E-mail: quilombodealtoalegre2005@gmail.com

Telefone Público: (85) 99202-5249

Endereço: Rua José Pequeno, 106, Comunidade Quilombola, Ato Alegre, 62880-000, Horizonte, CE

Estado: CE

Município:

CEP: 62890-000

Logradouro: Rua José Pequeno

Número: 106

Complemento: Comunidade Quilombola

Bairro: Alto Alegre

Descrição

A Associação dos Remanescentes do Quilombo de Alto Alegre (ARQUA) é uma pessoa jurídica de direito privado, sem fins lucrativos, fundada em 13 de maio de 2005, que representa os quilombolas de Alto Alegre, situado no distrito de Queimadas, em Horizonte, Ceará. A origem dessa comunidade remonta à história do negro Cazuza. Os relatos mencionam que ele fugiu de um navio negreiro que se encontrava ancorado na Barra Ceará, em Fortaleza, no final do século XIX. Cazuza se estabeleceu na localidade de Alto Alegre, onde a comunidade cresceu em meio as festas que eram realizadas em uma parte alta da localidade que, de tão alegres, deram nome ao local. Portanto, o povoamento desse bairro rural foi por meio dos descendentes de Cazuza, sendo o atual Alto Alegre o núcleo mais antigo de povoamento do território quilombola, ocupado em meados do século XIX. Com o tempo, devido ao aumento da população, ocorreram migrações para outras partes do território. Estas eram usadas, primeiramente, como locais de caça, coleta de madeira e agricultura, depois se tornaram moradias permanentes. Então, a partir de um primeiro núcleo histórico de ocupação, os quilombolas espalharam-se e construíram, materialmente e simbolicamente, uma territorialização que representava um espaço maior do que é realmente hoje o bairro do Alto Alegre. Os atuais bairros do Alto do Estrela, Cajueiro da Malhada, Alto da Boa Vista, Vila Nova e a localidade da Base, em Pacajus, correspondiam, segundo os quilombolas, ao território histórico do antigo Alto Alegre.

Em 2005, a comunidade quilombola de Alto Alegre foi reconhecida pela Fundação Cultural Palmares, entidade do governo federal que cuida das políticas públicas para os povos quilombolas. A comunidade quilombola de Alto Alegre é uma das 50 comunidades quilombolas reconhecidas no Ceará. Esse reconhecimento trouxe vários benefícios para o Alto Alegre. A partir disso, a ARQUA (Associação dos Remanescentes de Quilombos de Alto Alegre), em parceria com diversas instâncias governamentais, passou desenvolver vários trabalhos junta à comunidade do Alto Alegre.

A ARQUA busca elaborar e sugerir políticas, inclusive de ação afirmativa, executar trabalhos e estabelecer estratégias, para proporcionar às comunidades rurais quilombolas uma maior autoestima e desenvolvimento sócio-econômico-educacional-cultural, prestar serviços permanentes e sem distinção de clientela, combater todo e quaisquer tipo de preconceito, segregação, estigmatização, as práticas de discriminação racial em todas suas manifestações, buscando construir uma sociedade da qual sejam eliminadas todas as formas de exploração e sejam respeitados os Direitos Humanos; a proteção ao meio ambiente, ao consumidor, ao patrimônio artístico, estético, histórico, cultural, à saúde, à territorialidade quilombola, à família, aos direitos da criança e do adolescente, da mulher, da maternidade, do idoso, à comunidade, especialmente, na defesa judicial da igualdade racial, incluindo a propositura de ações cíveis e criminais, ações coletivas e/ou públicas destinadas à proteção dos direitos dos remanescentes das comunidades dos quilombos, aos direitos difusos e coletivos da população negra e de quaisquer outros segmentos vitimados por discriminação injusta, realizar trabalhos de assistência social, beneficentes, educacionais, culturais, esportivos, recreativos e promover o desenvolvimento institucional, visando o bem estar da comunidade quilombola, bem como a preservação do meio ambiente.

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